10.3.17

Então e séries? #20

Já há algum tempo que não vos falo das séries que tenho visto, que isto por aqui também tem andado quase parado nesse campo. No entanto nos últimos tempos parece que a vontade de ver uns episódios de vez em quando tem ressurgido, pelo que tenho já algumas coisas para partilhar com vocês.


Vi a primeira temporada da série Divorce, com a Sarah Jessica Parker, e para ser sincera não fiquei totalmente convencida. A ideia parece-me interessante, há ali muito material por onde pegar, parecia-me bastante promissora, mas depois no fim de contas ficou tudo aquém do esperado. Talvez lhe dê uma segunda oportunidade quando a segunda temporada aparecer.


Entretanto vi também a terceira temporada da série The Affair e também não sei bem o que vos dizer sobre ela...  Vi-a em poucos dias, tal como aconteceu com as temporadas anteriores, conseguiu prender-me totalmente enquanto assistia aos episódios, mas quando terminou fiquei com uma sensação estranha. Acho que esperava algo mais. Enfim, se houver uma quarta temporada é muito provável que a veja, mas talvez vá com expectativas mais baixas do que até aqui.


Mais recentemente tenho estado a acompanhar uma nova série, a Big Little Lies, que tem dado na TvSeries e que conta com a participação da Nicole Kidman, da Reese Witherspoon, entre outros actores relativamente conhecidos. Ainda só vi 3 episódios, pelo que não vos posso dar uma opinião muito concrecta, mas até ver estou a gostar. Alguém está a acompanhar também?

Que séries têm visto? Tenho uma lista enorme de séries que pretendo começar a ver, outras que já têm novas temporadas...  Tenho que ver se entretanto consigo pôr isto tudo em dia!

9.3.17

E o escolhido da semana é... #213


... Chama, da Colorama.

22.2.17

Por aqui os últimos tempos têm-se resumido, de um modo geral, a navegar nos vários sites de emprego, ver os anúncios publicados e enviar CV. Um processo aparentemente simples mas que quem já passou por ele sabe que acarreta, muitas vezes, uma certa ansiedade e muitas (muitas!) dúvidas. Analisar criteriosamente as ofertas a que concorremos ou optar por tentar o maior número possível de candidaturas? Limitarmo-nos à nossa área, ao curso que nos levou anos e tanto trabalho e paciência ou começar a explorar outras oportunidades, coisas totalmente diferentes da nossa formação? Repetir candidaturas para uma dada empresa, mas para outra vaga e função, ou assumir que eles já têm o nosso CV e que também não mostra muito foco da nossa parte concorrer a vagas tão diferentes? Procurar um part-time ou mantermos a nossa disponibilidade imediata para o caso de surgir alguma oportunidade na nossa área? Candidaturas espontâneas: para onde e como fazê-las? O que escrever exactamente nas nossas cartas de motivação? (há mil e um modelos, mil e um exemplos, e "regras" totalmente diferentes por aí... quais as mais adequadas para nós e para as candidaturas em questão?) 

...

Dúvidas - umas mais parvas que outras - para as quais ainda não tenho resposta definitiva, já que vai variando um bocadinho de dia para dia, conforme a minha disposição, porque se há dias em que acreditamos que a nossa oportunidade vai chegar e que conseguimos ver e aproveitar o lado positivo de, até lá, não estarmos obrigados a uma rotina fixa, há outros em que a nossa sanidade mental começa a vacilar, e em que a ansiedade e a preocupação com o futuro a curto e médio prazo não nos deixam em paz.



Querem contar-me a vossa experiência do período em que estiveram à procura de trabalho? Querem dar-me dicas ou sugestões para esta fase? 

Sei que há mais meninas aqui dos blogs em situações semelhantes e acredito que a partilha de experiências pode ajudar um bocadinho nesta fase.

16.2.17

Produtos acabados #58


E, com muita pena minha, o meu Top Coat good to go!, da Essie acabou. Sim, parece ter um restinho lá no fundo, mas o pincel não chega lá e o produto já está demasiado pastoso, pelo que nem com a ajuda de óleo de banana saiu dali! Já por aqui disse várias vezes que gosto bastante deste top coat, não só porque ajuda a diminuir o tempo de secagem do verniz, mas sobretudo pelo brilho maravilhoso que deixa nas unhas! 

Até ver ainda não comprei nenhum para o substituir, mas tenho que tratar disso rapidamente.
(Se me quiserem sugerir outros top coats de que gostem e que também dêem um brilho bonito às unhas, agradeço a partilha!)

13.2.17

E o escolhido da semana é... #212


... 61 Greige! The New Beige, da Catrice.

Para fugir um bocadinho dos rosas e vermelhos, que não saíam das minhas unhas nos últimos tempos, e porque o tempo e a paciência para pintar as unhas não era muito!

9.2.17

Filmes #145


Aqui há uns dias vi que estava a dar num dos canais de cinema um filme que já queria ver há bastante tempo: Alice do Outro Lado do Espelho. Escusado será dizer que à primeira oportunidade, lá fui eu ver o filme.

Alice Through the Looking Glass - Alice do Outro Lado do Espelho

 

As minhas expectativas eram baixas, ouvi muitas críticas menos positivas a este filme, mas sinceramente para mim acabou por cumprir o objectivo. Para quem gosta do universo da Alice sabe sempre bem voltar lá um bocadinho, ainda que concorde que a história do filme não é extraordinária. Não li o livro que dá nome ao filme, pelo que não sei se este se trata de uma verdadeira adaptação ou de um mero ponto de partida. Há aqui alguns pontos interessantes, a questão do tempo sempre presente neste universo tem ainda mais destaque nesta história, mas de um modo geral é um filme "satisfatório", que entretém sem ser nada de extraordinário. 


Posto isto, e já esta semana, comecei a ver os filmes nomeados para os Óscares deste ano. 
O primeiro foi um dos que mais me chamava a atenção.


Manchester by the Sea - Manchester à Beira Mar

 

Quando digo que me chamava a atenção era somente pela capa, pelo título e por algumas opiniões que tinha lido; não era pela história em si, uma vez que não fazia ideia do que tratava. Para este filme fui como mais gosto: sem ver trailers e sem saber de nada em especial. 
E gostei muito! É um filme com uma aura triste, mas muito humano. O desempenho do Casey Affleck foi fenomenal e justifica a nomeação para Melhor Actor. A personagem dele carrega uma tristeza que vamos compreendendo à medida que a história avança e que é impossível não nos tocar de certa forma. Não sei se já viram, mas aconselho!

8.2.17

E o escolhido da semana é... #211


... Really Red, da Essie.

(não têm variado muito os vernizes, por aqui...)

3.2.17

 
A palavra que define o meu dia de ontem: AMOR



2.2.17


1.2.17


Que comece um dos meses mais especiais pelo menos por aqui do ano! ♥

25.1.17

Chás

Adoro chás e volta e meia tenho que comprar alguns para a despensa cá de casa, porque o stock não dura muito tempo.

Desta vez trouxe dois que nunca tinha experimentado.


Chá de pêssego e manga, da Lipton


Chá de arando e flor de sabugueiro, Boost Vitaminas B6, da Tetley

O primeiro cheira mesmo a Ice Tea e tem um sabor super agradável; o segundo não me agradou tanto assim, mas como tem arando que dizem que é óptimo para prevenir infecções urinárias vou bebendo de vez em quando (a ver se as ditas se mantêm longe, que não me largaram o ano passado).

Fora estes, tenho bebido imenso chá de limão e gengibre, que nunca falta cá em casa!

E por aí, que chás têm andado a beber? Algum que me recomendem particularmente?

20.1.17

Filmes #144

 E depois de comentar com vocês que a segunda metade do ano de 2016 foi muito fraca em filmes aqui para estes lados, eis que nas primeiras 3 semanas deste novo ano já consegui ver 4 filmes (o Star Wars não conta, que foi visto na última semana de 2016). 
Se isto continuar assim, promete...! 

Foram todos filmes que estavam a dar ou tinham dado na televisão e que graças às maravilhas das boxes que nos deixam andar para trás e rever coisas que já deram, fui vendo conforme tinha tempo e me apetecia.


Victor Frankenstein 
  

Confesso que este me chamou particularmente a atenção por ter no elenco o Daniel Radcliffe, eterno Harry Potter; queria vê-lo noutro filme e ver até que ponto se conseguia ou não libertar do personagem tão marcante a que o associamos. Relativamente ao filme não sabia nada, embora o título remetesse sem grande dúvida para a história do Frankenstein. No entanto, e apesar de não ter lido o livro de Mary Shelley nem ter visto qualquer adaptação cinematográfica, tenho uma noção da história original e foi-me possível perceber que este filme não a segue integralmente, funcionando mais como uma recriação, com alguns aspectos bem diferentes do original. Assim de um modo geral, posso-vos dizer que o filme me foi desiludindo ao longo do tempo; se no início me conseguiu cativar de alguma forma fazendo-me ver o restante, para saber como se desenrolaria a história, à medida que as coisas iam acontecendo o meu entusiasmo foi diminuindo e fiquei com a ideia de que houve alguns aspectos que não foram bem desenvolvidos e que acabaram por não resultar muito bem. 



Paper Towns - Cidades de Papel


Outro filme, bem diferente do primeiro, foi Cidades de Papel, baseado no livro de John Green, o mesmo autor d' A Culpa é das Estrelas (que já li, e de que já vos falei aqui). Ainda não tinha lido o livro, mas como não era daqueles que fazia questão de ler, fiquei a ver o filme. A história tem alguns momentos engraçados, tem um toque de humor que me começa a parecer próprio do autor, e que me agrada particularmente, mas não passa muito disso.  Bem sei que não sou o público alvo do livro nem do filme, mas ainda assim não fiquei especialmente entusiasmada com a história.


Joy - Joy: O nome do sucesso


 Fiquei com alguma vontade de ver este filme desde que esteve nomeado para os Óscares, o ano passado, para a categoria de Melhor Actriz Principal, graças ao desempenho de Jennifer Lawrence. No entanto, e graças à desilusão que foi o "Guia Para um Final Feliz", estava um bocadinho reticente e sem grandes expectativas. Gostei da história, que tão bem transmite a capacidade que muitas mulheres têm de serem o pilar da família, arcando com uma série de responsabilidades e problemas, conseguindo ainda dar cartas no campo profissional, com muito empenho e mérito próprio, apesar de todas as adversidades, e gostei também do desempenho da Jennifer Lawrence. É um filme agradável, que entretém, mas continuo a preferir "A Golpada Americana", filme do mesmo realizador.


La Giovinezza - Youth - A Juventude


Este filme também esteve na lista dos nomeados para os Óscars do ano passado, na categoria de Melhor Canção Original, mas o que realmente me suscitava curiosidade para o ver era o facto de ser do mesmo realizador do filme A Grande Beleza, que ainda não vi, mas que ganhou o Óscar para Melhor Filme Estrangeiro em 2014.
A primeira coisa que salta à vista e aquela que destaco particularmente é a fotografia deste filme, absolutamente maravilhosa e envolvente. Relativamente à história, é aparentemente simples, mostrando-nos dois grandes amigos, já com alguma idade, que se hospedam neste hotel de luxo. No entanto, cada um deles parece representar, de certo modo, uma faceta: enquanto um está reformado e aceita esse momento, quase que se entregando à apatia, o outro ainda está activo, a tentar produzir aquele que será o seu último filme, o seu "testamento", estando ali, juntamente com um grupo de jovens, exactamente em busca do final perfeito para ele. Estas facetas vão sendo exploradas nos diálogos deliciosos entre estes dois amigos, sendo precisamente aí e nos acontecimentos paralelos envolvendo os restantes personagens que o filme nos faz ultrapassar a aparente simplicidade do argumento, fazendo-nos reflectir sobre uma série de questões. 

E vocês, o que têm visto ultimamente?
Já viram algum destes? Partilham da minha opinião?

18.1.17

De volta...


... após uma pequena ausência forçada, graças ao bendito computador que acabou mesmo por ter que ir para arranjar. Espero que estejam a ter uma óptima semana e que ainda não tenham congelado com o frio que se tem feito sentir!

13.1.17

E o escolhido da semana é... #210


... 57 Karl Says Très Chic, da Catrice.

10.1.17


Os computadores parecem ter um sensor que os avisa quando os outros estão com problemas; basta um avariar, que os outros começam logo a ameaçar ir pelo mesmo caminho...

não tenho paciência para estas coisas!


mas diz que preciso mesmo do computador...

6.1.17

Filmes #143


Rogue One: A Star Wars Story -Rogue One: Uma História de Star Wars


E como fã do Star Wars que o meu namorado é, lá quis ir ver o novo filme da saga e eu, que sou uma querida, acompanhei-o. Não sou tão fã como ele e só vi os filmes pouco antes de sair o primeiro destes mais recentes, como aliás vos contei por aqui, mas acho graça à saga e a todo o envolvimento que conseguiu criar à sua volta. Este filme, apesar de me parecer um bocadinho apenas para "encher chouriços", uma vez que se situa temporalmente entre o episódio III e o IV e não vem, portanto, acrescentar grande coisa à história, também não me desagradou tão completamente como já li por aí. Lá está, não sou a maior fã d' A Guerra das Estrelas, não sei exactamente como se terá sentido um fã acérrimo da saga, mas a mim pareceu-me cumprir o seu papel de entretenimento, alimentando e matando um pouco mais a vontade ou a saudade dos fãs.

No entanto, o próximo será, muito provavelmente, mais interessante, até porque vem na continuidade do filme anterior e acrescentará novos desenvolvimentos à história (ou assim se espera...).

5.1.17

A primeira semana do ano tem servido, por aqui, essencialmente para destralhar e organizar. Da maquilhagem aos acessórios, já houve tempo para de tudo um pouco. Assumindo que aquilo em que não peguei durante 366 dias - ou mais! - não está a fazer nada nas gavetas, já deitei uma série de coisas fora e pus de lado outras tantas, para lhes dar outro rumo. 

É incrível o espaço que temos ocupado com pura tralha...!! 


31.12.16



Agradecer o que de bom houve em 2016 e esperar que 2017 traga ainda mais coisas boas, mais realizações e muito amor, paz e saúde.

Um óptimo ano para vocês!

30.12.16

2016 em livros

Como sempre, no final do ano, o Goodreads mostra-nos como foi o nosso ano no que toca a livros, e eu gosto sempre de partilhar com vocês.

Diz que li 22 livros, num total de 5510 páginas, o que dá uma média de 250 páginas por livro
(Foi fraquinho, não atingi a minha meta, mas já vos disse que na segunda metade do ano as leituras estiveram quase paradas por estes lados)

O livro mais pequeno que li foi O Incrível Rapaz que Comia Livros, de Oliver Jeffers, com apenas 32 páginas mas de que gostei bastante e que aconselho a todos, miúdos e graúdos.


O maior, com 832 páginas, foi O Inverno do Mundo, o 2º volume da trilogia O Século, de Ken Follet, e foi um dos favoritos do ano (falei dele aqui)! Não se deixem intimidar pela dimensão do livro - nem da trilogia em geral - porque vale muito muito a pena e lê-se com muito prazer!


Em relação à classificação, o livro que li este ano que tem maior pontuação no Goodreads é Perguntem a Sarah Gross, de João Pinto Coelho. A média no Goodreads é 4.42 e eu acabei por lhe dar 4 estrelas, o que não significa que não tenha gostado: é um livro muito interessante e, sendo a estreia de um autor nacional, acho que merece especial relevo!


Olhando para os restantes livros lidos em 2016, aconselho-vos mais dois em particular:

Ainda Alice, de Lisa Genova, adaptado para cinema em 2014, que é um relato muito cru e real da vida de uma professora a quem é diagnosticado Alzheimer e que é um verdadeiro murro no estômago;


e Os Livros que Devoraram o Meu Pai, de Afonso Cruz, que é um livro absolutamente delicioso e imperdível, especialmente para os amantes dos livros.