30.6.14

Estou verdadeiramente chocada com alguns comentários que tenho lido pelas redes sociais a propósito da morte do filho da Judite Sousa. Gente que fica feliz pela morte de outra porque é de um partido político diferente do seu? Pessoas cujo único comentário que conseguem fazer a uma notícia destas é "Mais uma vaga de emprego."?

Cada vez confirmo mais aquilo que já suspeitava. A crise existe, mas é sobretudo (e cada vez mais...) de valores.

16 comentários:

Um Mundo a Três disse...

Não poderia concordar mais!

Isy disse...

Sublinho as tuas palavras... Já não existem valores morais, mas pior que isso, já não existe respeito por uma coida tão sagrada como o luto.

Bjxxx

C*inderela disse...

Eu ainda não entendi o porquê desses jornais virtuais deixarem passar tantos comentários parvos e maldosos. Espera ... a má lingua deve vender! É por isso que leio cada vez menos coisas nesses sitios.

Bjokas*

Mary disse...

Jamais em tempo algum devemos ficar felizes com a desgraça dos outros muito menos com uma morte é deprimente saber que cada vez mais existe gente se assim lhe podemos chamar que não tem qualquer tipo de valores

Anónimo disse...

Olá, concordo plenamente contigo!!!Não são humanos, são cruéis.A perda é a coisa mais triste do mundo, e de um filho então...

Beijinhos

Anabela

Opinante disse...

Credo ainda bem que ainda não li nada!

R* disse...

Cada vez percebo que os animais são melhores que as pessoas... -.-

PrincesaQuaseRainha disse...

Também já vi... E concordo com a crise de valores. Fico muito assustada com estas coisas...

S* disse...

Isso é gente má.

S* disse...

Isso é coisa de gente má.

S* disse...

Isso é coisa de gente má.

Moa disse...

É triste...

Green disse...

Não podia concordar mais.

Green disse...

Não podia concordar mais.

estrela disse...

é demasiado triste para as pessoas fazerem comentários...quanto mais comentários desse tipo, realmente há uma grande crise de valores!

Sem açucar, se faz favor - disse...

Sem dúvida... e essa crise não demora nem dez nem vinte anos a passar, infelizmente.